segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Sempre livre...


Até onde se estendiam?...

E os boatos seriam verdade??

Já podia antever a hora de amar, seria gentil, carinhosa, mas ainda assim furiosa.

E nos perderíamos nesta festa por horas a fio,

esquecendo do mundo lá fora,

sem lembrar do que mais existia, além dos nossos corpos ali a se desfrutar.

Diferenças de idade,

experiências, não importariam...

Tudo o que precisávamos era deste desejo, deste gostar, cuidar...

O resto de alguma forma havia de se resolver.
você sabe, desabamos a ponte para que aprendessemos a nadar
não, não...
nenhuma margem
nem a sua nem a minha
é que correnteza é alguma coisa que aconteceu quando a gente se encontrou...
esse rio vai ter que ser nosso .
e vai pra algum outro lugar


PS:És meu oposto,mas se por amor confundes e libertas o caos de tudo e de todos,

por amor eu tento tocar mais fundo,
procurando um vôo que não conseguiria jamais num amor menor.

Um comentário:

Joaninha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.